<> De mãos atadas <>
Estou a viver uma época em que para poder gerir os meus Blogs hospedados no Sapo, tenho que esperar que o destino trate de ser rápido e eficaz[...] não entendem ? Eu também não [...] Estou eu, e muitos outros, ao que parece, impedidos de fazer seja o que fôr, nos nossos blogs, simplesmente porque a eles não temos acesso. O que andarão aqueles moços a fazer ?
Até lá, só me resta esperar.
setembro 04, 2004


   3:22 da tarde 7 rolar comentários
<> Extintos <>
Hoje, ontem dia 2 Setembro assisti a mais uma notícia de triste memória para toda a humanidade. Estou a falar do Lince Ibérico. Ouvi dizer que o dito Lince desapareceu das serras do Algarve derivado dos incêndios que neste ano assolaram esta parte do País.

Temos portanto que pensar no que fazemos daqui para a frente senão corremos o risco de excluirmos tudo o que resta neste planeta.
setembro 02, 2004


   11:21 da tarde 0 rolar comentários
<> Conto I <>
A história aqui transcrita aconteceu de forma inesperada e conta como um acontecimento trágico logo derramou em brincadeira de adultos [...]
Estava eu na minha praia de leição, não me canso de dizer isto, e debaixo duma temperatura assaz um pouco maquiavélica (38º) completamente despojado de qualquer vestígio de marca humana (ou seja, praticando nudismo), que só tinha mesmo era de ir a banhos. A praia tinha nesse preciso momento 22 alminhas, e com a minha 23. Uns normalmente, com seus típicos acessórios, tais como: conjuntos novinhos em folha da última novidade em bikinis, calções de banho para os mais variadíssimos gostos, enfim, aquela panóplia total, outros, como eu, à margem desse enorme negócio, completos, nús, assim é que é!
Mas acabei por entrar na água, começando por apalpar terreno pois a tarefa não se me afigurava nada fácil, o mar estava como que revoltado, de repente [...] záz [...] tinha acabado de mergulhar, tinha penetrado completamente nú aquele mar enorme que me desafiava ferozmente, descarregando em cima deste pobre coitado uma saraivada de ondas, umas logo após as outras, que merda ... não conseguia sair dali. Estava somente a 4 metros da areia mas a força daquele mar não me deixava sair. Bom, pensei eu, estou fodido ... a não ser que: [...] e foi aí que me veio a luz, chamei somente 10 daquelas alminhas e depois de uma breve explicação sobre ateoria das rebentações (Ah! convém recordar que durante a conversa estive sempre debaixo de fogo [as ondas]) disse-lhes o que pretendia que fizessem. A ideia era simples, formariam um cordão humano até mim e por conseguinte eu sairia dali. Eh pá! Eu ali mais ou menos aflito, (mais porque não conseguia sair dali, menos porque perigo de me afogar também não corria) e aquela imagem deles a formarem o cordão, quais putos a ver quem ficava à frente, todos contentes, só me deu foi vontade de esperar que a maré vazasse e aí sim, já poderia sair nas calmas, mas tinha que ser naquele momento, a água estava muito fria.
E assim foi e assim saí, e foi assim que depois de já estar sentado na minha toalha os fiquei a ver brincar. Aquilo era demais, só mesmo vendo [...] "um" ou "uma" mandava-se para dentro de água e depois era ver os outros a tirarem-nos de lá de dentro. Uma verdadeira prova de imbecilidade.
agosto 30, 2004


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 nome: absconditum  mentis mentis a bandeira de todos nós[...]!

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